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A pesquisa aplicou questionários e formulários com o público a fim de levantar dados sobre o uso da bicicleta nas cidades que compõem a região da Grande Ilha e com isso subsidiar ações que estimulem e facilitem a vida de quem opta pelo deslocamento por bicicleta. 

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Os instrumentos de aplicação de cada pesquisa foram readaptados se adequarem ao território de realização da pesquisa.

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Com exceção da contagem de ciclistas, os formulários estiveram disponíveis no site do Projeto ao longo 8 (oito) meses. Após o encerramento desta etapa, o projeto seguiu então para a fase de leitura e compreensão de todos os dados obtidos, tanto dos dados obtidos pela plataforma digital, quanto daqueles advindos das contagens de ciclistas realizada nas ruas. Quanto a esta última, cabe destacar que a sua principal função consiste em quantificar o número de pessoas que pedalam e compreender o fluxo através da observação feita da origem e destino dos trajetos realizados pela bicicleta. 

 

O olhar para a cidade possibilitou aferir uma imensidão de dados, desde dados ligados ao fluxo das magrelas àqueles ligados às características dess@s bicicleteir@s. Ao todo, foram 25 (vinte e cinco) ações realizadas em  diferentes pontos da Grande da Ilha/ em 3 (três) períodos de coleta de dados cuja duração foi de 2h e30min. (duas horas e trinta). Cruzando a cidade, vivenciando as vias, vendo as avenidas, compartilhando canteiros, dividindo bancos de praças e aprendendo sobre viver a cidade e suas nuances segregadoras, elitistas e pouco acessível para quem opta por romper as catracas sociais.

 

Pessoas que estavam andando de bicicleta em todas as regiões da cidade foram contabilizadas. Do centro à periferia. Esse levantamento poderá gerar evidências empíricas importantes e inéditas sobre como as pessoas utilizam a bicicleta em seus deslocamentos diários e qual papel esse modo de transporte desempenha no sistema de mobilidade local e no acesso ao sistema de mobilidade urbana na cidade. 

Pessoas diversas, caminhos inúmeros, tendo em comum o desbravar a cidade  elegendo a magrela como companheira.

perfil do ciclista

Para formular o perfil dos ciclistas da Grande Ilha, aplicou-se o questionário de mesmo nome, que tenta identificar as características dos usuários da bici espalhados pela Grande Ilha. O formulário aplicado foi disponibilizado pela ONG Transporte Ativo e teve como público alvo, homens e mulheres ciclist@s.

Realizada em 25 (vinte e cinco) pontos estratégicos nas cidades de São Luís, São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar. O formulário fornecido, juntamente com as técnicas obtidas ao longo da formação “Bike nos planos”, realizada pela UCB, Rede Bike Anjo e Ong Transporte Ativo, que contou com a participação de alguns dos integrantes da coordenação do Rumbora se Amostrar, respaldou a realização dessa ação. 

Almejando compreender como a mulher se desloca na cidade, aplicou-se o questionário sobre a demanda potencial de mulheres para uso da bicicleta, obtido da parceria tida com os parceiros que o idealizaram, do Coletivo Ciclocidade. Com foco principal no público feminino.

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Com a proposta de elucidar o tema dos assédios ocorrido contra as Mulheres nos diversos espaços públicos que por elas são frequentados: as ruas e o transporte coletivo. Salientou-se questões a fim de compreender como ele ocorre para a mulher que utiliza a bicicleta na cidade e para as usuárias do transporte coletivo na tentativa de identificar o contexto e levantar possíveis semelhanças, contradições e quem sabe… reflexões que nos farão chegar a soluções.

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contagem

demanda pontencial

assédio

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RUMBORA

NESSA

PANKA

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